Não Existe remédio!
Mais eu enxergo a solução para todas as chagas do mundo.
Conto a Dedo todos os olhos vermelhos do subterrâneo.
Mergulho enfermo em todas as coisas que não duram.
Talvez tenha sido você...
O motivo pelo qual ainda não perdi a razão.
Pois sei que existe um coração no meio daquelas bananeiras.
Do outro lado do rio, na natureza.
Na garupa de uma moto, perdido nas ruas estreitas
Na cidade, o meu boné é uma grande vaidade.
E isso é felicidade ? quero me esconder atrás dos galhos de árvore
Quero escalar rochedos, deslizar dos precipícios.
Mesmo sabendo que nada disso é preciso. Apenas uma cadeira..
E uma boa garrafa de vinho, Vence a doença, a velhice e até a morte.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Era!
Não era amor...
Era uma salada de sentimentos.
Um transito de pessoas.
No meu palácio.
A igreja.
No meu castelo.
Era Ruína.
Apenas uma pedras.
Areia,cimento,maciço tijolo...
Um cisco no meu olho.
Não era!
Era um cego.
Trajando apenas um tapa olho!
Será que era...
Na verdade era é o inverso.
Com mentiras banhado meu colar de ouro.
Era uma salada de sentimentos.
Um transito de pessoas.
No meu palácio.
A igreja.
No meu castelo.
Era Ruína.
Apenas uma pedras.
Areia,cimento,maciço tijolo...
Um cisco no meu olho.
Não era!
Era um cego.
Trajando apenas um tapa olho!
Será que era...
Na verdade era é o inverso.
Com mentiras banhado meu colar de ouro.
Virando rotina
Descabelada levanta da cama.
Acende o primeiro cigarro do dia.
Vai fazer o café na cozinha.
Senta e descansa na sala.
Agora que já é dia.
Não sei se aguento.
Outras noites de euforia.
Acende o primeiro cigarro do dia.
Vai fazer o café na cozinha.
Senta e descansa na sala.
Agora que já é dia.
Não sei se aguento.
Outras noites de euforia.
domingo, 7 de junho de 2009
Estamos perdidos no tempo e no mundo.
A sorte me acaricia aumentando ainda mais minha malícia.
Em cada metro enchego uma cova e um discreto número.
O que me da certeza que é meu túmulo.
Há dias o sol banha meu corpo sem vida.
O vento refrigera o espaço entre minha costelas vazias.
Venci a morte inventando outra profecia.
Agora carrego meu sonhos dentro de uma garrafa.
Tenho a liberdade de caminhar pela terra.
Embora almeje tanto a crosta da lua.
Que brotam capim nas junta da minha nuca.
Não vejo mais graça transitar pelo mesmo caminho.
Ainda não sei o que é pior, ser humano ou ser eterno.
Há - Vou dormir para sempre em um colchão ortopédico.
A sorte me acaricia aumentando ainda mais minha malícia.
Em cada metro enchego uma cova e um discreto número.
O que me da certeza que é meu túmulo.
Há dias o sol banha meu corpo sem vida.
O vento refrigera o espaço entre minha costelas vazias.
Venci a morte inventando outra profecia.
Agora carrego meu sonhos dentro de uma garrafa.
Tenho a liberdade de caminhar pela terra.
Embora almeje tanto a crosta da lua.
Que brotam capim nas junta da minha nuca.
Não vejo mais graça transitar pelo mesmo caminho.
Ainda não sei o que é pior, ser humano ou ser eterno.
Há - Vou dormir para sempre em um colchão ortopédico.
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